A jogabilidade do jogo é praticamente a mesma dos outros jogos da franquia. Temos várias armas disponíveis no jogo, além do combate corpo a corpo. Existem também os chamados "Vigors", que são poderes especiais que Booker adquire durante o jogo e que o ajudam na hora do combate. Além de todos esses mecanismos, Elizabeth sempre ajuda Booker. Ela sempre dá munição, energia ou dinheiro. Isso facilita muito o jogo, mas não sei se era necessário. O mecanismo da morte também é meio inusitado. Quando você morre, em vez de voltar desde o início da fase, o jogador volta de onde parou e os inimigos mortos não voltam. Isso quer dizer que não importa quantas vezes você morrer, pois isso só te tirará um pouco de dinheiro. Na cidade a locomoção é a pé, mas existem pontos em que pode-se usar os chamados "aerotrilhos", onde Booker movimenta-se mais rápido e assim fica mais difícil para os inimigos acertarem o jogador.
Os gráficos do game são belíssimos. O visual da cidade de Columbia foi muito bem trabalhado. Todos os detalhes da cidade, os monumentos, as pessoas conversando, os móveis, tudo bem detalhista, digno de "BioShock". A única decepção é que mesmo os gráficos sendo ótimos, eles não evoluem do segundo jogo da franquia. O detalhamento é o mesmo e a construção da cidade é a mesma, somente o local que muda. Eu disse que é uma decepção, pois estamos acostumados com gráficos inovadores sempre, mas isso não quer dizer que os gráficos não sejam espetaculares.
O jogo possui mais ou menos 14 horas de duração e possui um DLC chamado "Burial at Sea". "BioShock Infinite" é indicado ao VGX dessa ano, inclusive para melhor jogo. (veja a lista completa) Um jogo que apresenta uma ótima jogabilidade de FPS e uma trama envolvente e comovente.
Nota:
- Demolidor



























